Concomitante à realização da 6ª Etapa do CAMPOR e 3ª Etapa do Circuito Vale Paraibano 2008, ocorrerá também a Assembléia Geral, que decidirá sobre o calendário do ano de 2009 e elegerá a nova diretoria para o quadriênio 2009-2012.
A assembléia será realizada na sede do 259 Grupo de Escoteiros do Ar, localizada na área comercial do Comando de Aviação do Exército (Taubaté-SP), no sábado dia 29 de novembro, a partir das 19:00h.
A presença de direigentes e atletas é importante, pois nesta reunião estarão sendo descididos os destinos do esporte orientação no Estado de São Paulo.
Já se encontra disponível na página Convite no menu acima ou no link http://ongnavegar.org/?page_id=30 e veja o convite oficial para a 6ª Etapa do CAMPOR 2008 e 3ª Etapa do Circuito Vale Paraibano 2008.
A etapa é a final para ambos os campeonatos e premiará os melhores atletas estaduais e regionais de 2008.
Participe!!!
Faça sua inscrição clicando aqui!!!
A ONG Navegar organizará no próximo dia 30 de novembro, a 6ª etapa (etapa final) do Campeonato Paulista de Orientação de 2008, juntamente com a 3ª etapa (também final) do Circuito Vale Paraibano 2008.
O evento será realizado na Fazenda Baronesa, localizada no município de Pindamonhangaba e as inscrições poderão ser feitas no período de 01 a 24 de novembro.
Ao final do evento,serão premiados os atletas campeões de cada categoria, além do clube campeão Estadual de 2008.
Em breve, o convite completo e a ficha de inscrição.
No período de 13 a 17 de julho, integrantes do Comitê de Orientação do Conselho Internacional do Esporte Militar - CISM, visitaram o Rio de Janeiro, visando a escolha da área da competição de Orientação dos V Jogos Mundiais Militares Rio 2011 - Os Jogos da Paz.
O Comitê, presidido atualmente pelo Tenente Coronel Harald Ostbye (Noruega) e composto por 08 (oito) membros, entre os quais, o Tenente Coronel Ramon Pineiro (Espanha) e pelo Comandante José Ferreira de Barros, Assessor da Comissão Desportiva Militar do Brasil, percorreu áreas circunvizinhas à cidade do Rio de Janeiro e na Floresta da Tijuca (a maior floresta urbana do mundo), com a responsabilidade de proceder um estudo mais detalhado das áreas visitadas para posterior decisão.
“A idéia é a de escolher uma área que atenda às exigências da Federação Internacional de Orientação e do Regulamento do CISM, além de permitir a dotação de infra-estrutura única para as atividades da competição de Orientação”, observou o Cmt Barros.
(Fonte: www.http://www.rio2011.com.br/pt/)

Segundo levantamento efetuado pelo Instituto IMAZON (Instituto de Homem e Meio Ambiente da Amazônia), com base em imagens de Satélite obtidas entre agosto do ano passado e julho deste ano, os assentamentos de reforma agrária foram responsáveis pelo abate de 9,8% das árvores da Amazônia.
As imagens analisadas pelo IMAZON, não registram desmatamentos menores que 12,5 hectares (aproximadamente 17 campos de futebol) sendo que 80% desse desmatamento está concentrado em propriedades privadas e terras da União ocupadas por posseiros ou grileiros. Do restante da devastação, cerca de 12% ocorreram em unidades de conservação e em terras indígenas.
Os dados confirmam a existência de problemas de desmatamento em assentamentos de reforma agrária em níveis diferentes dos sugeridos pelo IBAMA. Os primeiros lugares da lista são ocupados por assentamentos de responsabilidade do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).
Segundo o INCRA, existem hoje 3.082 assentamentos federais, concentrados nos estados do Maranhão, Pará e Mato Grosso. A falta de sustentabilidade ambiental desses assentamentos foi constatada pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que em seu relatório mais recente, fixou prazo até dezembro para o INCRA apresentar um plano de regularização do passivo ambiental dos assentamentos.
Auditoria anterior do TCU, já havia constatado grande degradação das áreas de proteção permanente (como matas ciliares) e de reserva legal (80% das florestas). Segundo o TCU, o INCRA vem reiteradamente descumprindo a legislação ambiental nos assentamentos da reforma agrária na região amazônica.